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Medicina chinesa: cura para quase todos os males

 

A medicina chinesa estuda os padrões de desequilíbrio que podem levar a afetações no corpo humano. A raiva, por exemplo, pode desencadear enfermidades no fígado; a tristeza, no pulmão; o medo e o pânico podem atingir o rim; pessoas muito ansiosas são mais vulneráveis a problemas cardíacos.

Iridologia, fitoterapia e massagem são algumas das práticas chinesas desenvolvidas pelo acupunturista Wellington Lee Schetinger, formado pela Universidade de Medicina Tradicional Chinesa de Nanjing. Ele mora há 16 anos em Pirenópolis e, além da sua clínica particular, já desenvolveu projetos que levam estes tipos de tratamento à comunidade.

Íris representa todos os órgãos do corpo humano

Iridologia é o diagnóstico de problemas orgânicos a partir do exame da íris, ou seja, é uma avaliação da falta de equilíbrio que, à vezes, leva a doenças. O mapa do corpo humano pode ser visualizado na membrana, que fica na parte anterior do olho, por trás da córnea e à frente do cristalino. Manchas, lacunas, raios e colorações na íris podem indicar “desequilíbrios” no corpo humano, que implicam, de acordo com a medicina alternativa, enfermidades.

Segundo Wellington Lee, a fitoterapia, que é o tratamento ou prevenção de doenças através do uso de plantas, não é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil. Para ele, porém, a regulamentação devia existir. “É a falha do país. Por causa do lóbi das indústrias de medicamentos alopáticos a prática não é reconhecida oficialmente, mas a tradição popular confirma a sua eficácia”, diz.

Para que o tratamento seja bem sucedido e o paciente obtenha resultado satisfatório, ele precisa aliar várias técnicas. Uma delas, afirma Wellington Lee, é a alimentação (a dieta recomendada por ele é a do tipo sangüíneo). A medicina chinesa é reconhecida, ao menos no país de origem, como científica. Ela não elimina, contudo, outras atitudes que popularmente auxiliam no controle e terapia das enfermidades. Meditação e oração, independente de religião, são algumas dessas maneiras.
Wellington Lee aponta pelo menos quatro tipos de terapias que utiliza em sua clínica: tratamento interno, externo, alimentação e orientação psicológica. Caso as práticas utilizadas não surtam efeito, o acupunturista indica ao paciente que procure um médico ou, em alguns casos, até mesmo um psicólogo.

Medicina natural já foi utilizada na rede pública de saúde em Pirenópolis

O Herbário Municipal de Pirenópolis é um projeto de Wellingtom Lee que funcionou de 1995 a 1998, mantido pela prefeitura da cidade. Ele fez uma pesquisa na região e, em seguida, um levantamento de mais de 150 ervas medicinais que eram distribuídas à população conforme suas necessidades. Lee aponta cerca de 2 mil atendimentos realizados nos três anos do programa.
Outra idealização do acupunturista é a Farmácia Verde. Esta, porém, não chegou a ser posta em prática por um desacordo com o dono do terreno onde seria construída a estrutura. A Farmácia Verde também iria distribuir remédios naturais gratuitamente a quem precisasse. Médicos, farmacêuticos, enfermeiros, raizeiros e massagistas seriam incorporados pelo projeto.