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Franco Levine, cantor para qualquer estação!

24/09/2004

Cine Pireneus, 23 de setembro de 2006, casa lotada. Franco Levine, 29 anos, natural da Bahia, há 12 em Goiânia.
Ele não é o que se pode chamar de cantor baiano. Apesar de ter nascido no Nordeste, sotaque ele não tem e suas músicas nada tem a ver com as baianas que figuram nos top lists, a exemplo de seus conterrâneos Gil, Caetano, Gal e outros. Também não é o que se pode chamar de cantor goiano. Apesar de ter desenvolvido a carreira em Goiás, ele canta também em inglês.

Sua ambição profissional, tanto quanto a de qualquer outro artista, é fazer sucesso. Pode até ser que ele não consiga lotar a casa de shows mais famosa de São Paulo, como o Olímpia, por exemplo. Em Pirenópolis, no entanto, o Cine Pireneus estava abarrotado de gente na noite de sábado, muita em pé, inclusive, para vê-lo cantar.

As interpretações, tanto quanto sua identidade cultural, são mistas. Do pop nacional ao internacional, música popular brasileira e composições próprias estão na lista de Franco Levine, que gravou um CD em 2003 e se prepara para lançar outro em fevereiro do próximo ano.

O objetivo de Franco é gravar um DVD em 2007. “Hoje CD já não vende tanto quanto DVD. As pessoas querem imagem”, diz Levine, cujo sonho é “ter um pouco mais de reconhecimento quanto ao trabalho”. Fazer show em todo o Brasil ainda é uma das principais aspirações profissionais do cantor.

Quem conheceu o som de Franco Levine e gostou ou os que perderam a apresentação do cantor em Pirenópolis, devem ficar atentos para a agenda cultural da capital goiana. Franco sempre se apresenta em bares, shoppings e espaços para shows de Goiânia.

Fama e anonimato
Franco Levine ainda está longe do estrelismo de Almir Sater, que não recebeu a equipe do site, pois, segundo a assessoria de imprensa, o pantaneiro só concederia entrevista aos jornalistas de tevê e de jornais diários. Estes, porém, segundo a própria assessoria, não se interessaram em entrevistar Almir. Ele apresentou-se para o público do Canto da Primavera no sábado, 23. O Palco do Rio não estava tão lotado quanto nos outros dias, recordes de público, com média de 25 mil pessoas. Talvez o grande vilão tenha sido a chuva. Ou o próprio cantor.